Ler é desvendar mundos

quinta-feira, 13 de junho de 2019

ORIENTAÇÕES PARA A EDIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO

DOCUMENTÁRIO - Edição

A Montagem (ou Edição) é o momento crucial na produção de um filme, pois é aí que se constrói, de fato, a narrativa cinematográfica.

É o processo pelo qual se seleciona e se une as cenas filmadas, agora, na sequência desejada para exibição.


Nos vídeos indicados abaixo você tem algumas dicas sobre edição de vídeos:

1. EDIÇÃO DE IMAGEM

a) Quais são os tipos de cortes na edição de vídeos: Drops #01 - (Brainstorm Tutoriais, 2016).

b) 6 tipos de cortes na sua edição. (Filipe Bittencourt, 2016). Assista o trecho: do início até 02min40seg.



2. EDIÇÃO DE SOM

Existem diversos programas que auxiliam a edição de documentários, juntam trechos gravados, adicionam áudios e trilhas sonoras e imprimem os créditos. Você pode utilizar o de sua preferência.

Sugerimos aqui, então, um editor gratuito que, de forma simplificada, permite montar seu
filme com tudo aquilo de que você precisa: o Lightworks.

Tutorial: Lightworks

https://www.youtube.com/watch?v=ffhuZ-eZduI


Você também pode acessar o vídeo disponível em: para saber como colocar os créditos finais do filme.

https://www.youtube.com/watch?v=j4YQkUam9sw


Se você ainda não instalou o Lightworks, esse tutorial te explica o passo a passo.

1. Acesse o site: https://www.lwks.com

2. Registre-se no site. Esse passo é muito importante para que você consiga usar o programa depois.

3. Preencha seus dados.
O cadastro é bem simples: nome, nome de usuário, e-mail, confirmação do e-mail, senha e confirmação de senha.

Na sequência, clique na caixinha para confirmar que você não é um robô, e depois clique na outra caixinha para confirmar que leu Termos e Condições.

Então, clique em confirmar.

4. Escolha qual o tipo de uso que você vai fazer do programa. Nós orientamos que você marque amador ou aluno.

5. Confirme o cadastro.
Você deve ter recebido uma mensagem no e-mail que indicou quando fez o cadastro. É só abrir essa mensagem, e clicar no link de confirmação.

6. Baixe o programa e instale o programa
Na tela de escolha dos componentes, marque todas as caixinhas clicando dentro de cada uma delas.

7. Para usar o programa em português:

- Clique na engrenagem no canto superior direito, e clique no menu Wordings…
- No novo menu que se abre, clique na nova engrenagem, e em seguida escolha, na lista, a opção Portuguese.



Orientações Finais: Revisão do documentário

1. O documentário fala a respeito do lugar onde você vive?
2. Fica claro que o documentário retrata algo do mundo real?
3. Foi feito bom uso das entrevistas? Elas esclarecem a personagem entrevistada ou o assunto abordado pela personagem?
4. As personagens são tratadas com respeito?
5. A locução está adequada?
6. O texto da narração é claro, tem ritmo?
7. A relação que você estabelece entre imagem e texto verbal é pertinente?
8. Os recursos sonoros são apropriados?
9. A qualidade técnica da imagem e do som está boa?
10. O trabalho de edição está bem feito?
11. O documentário deixa claro seu ponto de vista a respeito do tema abordado?
12. Você se lembrou de dar crédito a todos os participantes do trabalho e agradecer àqueles que o/a ajudaram?
13. O título resume bem a ideia do documentário?


ORIENTAÇÕES PARA ELABORAR O PROJETO ESCRITO DE DOCUMENTÁRIO

OLHAR EM MOVIMENTO: CENAS DE TANTOS LUGARES
"O tema “O lugar onde vivo” é, efetivamente, muito importante e especial porque permite que os jovens experimentem falar do mundo e de si, a partir de seu lugar histórico. O grande e produtivo desafio é justamente, a partir dessa reflexão sobre seu lugar, experimentar as variações entre pertencimento e não pertencimento, entre ter raízes e querer voar."

Amaranta César



Orientações: PROJETO DE DOCUMENTÁRIO

1 – Sinopse: deixar claro, dentro da área temática na qual o documentário se insere, qual o assunto específico a ser abordado e qual o ponto de vista a ser defendido (até 10 linhas).
Exemplo baseado em Ilha das Flores: o documentário faz uma denúncia social sobre o modo de funcionamento do sistema capitalista. A partir de estratégias de ficcionalização do real, mostrará como à população mais pobre e desassistida restam as sobras do que é consumido pelos mais abastados. Para tanto, focará na trajetória de um tomate, seguindo-o desde o momento de sua plantação até o seu descarte num lixão. Esse tomate passará pelas mãos de um agricultor, uma dona de casa, para finalmente chegar às mãos de mulheres e crianças catadoras de lixo.

2 – Argumento: descrever de forma completa como será a estrutura narrativa do documentário, bem como de que modo os diferentes recursos de linguagem serão empregados (cerca de uma página).
Exemplo baseado em Ilha das Flores: acompanhamos a história de um tomate plantado pelo japonês, o sr. Suzuki. Dona Anete, vendedora de perfumes, percorre a cidade em busca de consumidores para suas mercadorias, obtendo o dinheiro para comprar tomates e carne de porco no supermercado. Dona Anete usa os tomates e a carne de porco para a preparação do almoço de sua família. Entre os tomates comprados há um considerado impróprio para o consumo, que é jogado no lixo. O lixo é recolhido e enviado a um aterro sanitário. O lixo orgânico é separado e utilizado como alimento para os porcos de um dos moradores do lixão. A sobra é liberada para o consumo de mulheres e crianças que catam lixo para sua sobrevivência.
Muitas informações são apresentadas através de uma suposta linguagem didática e científica. Cabe à ironia quebrar a expectativa do público em relação às informações que estão sendo enunciadas.
A narração em off segue um ritmo acelerado, que só se torna mais lento no final. Essa narração é acompanhada ora de colagens de imagens diversas (livros didáticos, jornais, revistas etc.), ora de cenas interpretadas por atores para as câmeras, ora de encenações de atores sociais.

3 – Roteiro: descrever as principais cenas que compõem o filme, indicando sua ordem sequencial de aparição. A descrição de cena deve se preocupar em detalhar tanto as imagens que o espectador verá na tela quanto a narração e/ou entrevistas que ele ouvirá (cerca de uma página).
Exemplo baseado em Ilha das Flores: é importante observar que o roteiro de Ilha das Flores reproduzido não consiste meramente numa sugestão de filmagens de cenas. Com exceção de um ou outro ajuste feito posteriormente, ele já descreve integralmente aquilo que o espectador vê/ouve quando da exibição do documentário.
Só foi possível roteirizar Ilha das Flores dessa forma completa e minuciosa porque este é um documentário que não está sujeito aos “riscos do real”. Tudo nele foi planejado minuciosamente e, embora baseado em fatos reais, a narração em voz over e as estratégias de ficcionalização usadas permitiram o controle absoluto das cenas, ou seja, esse roteiro pode ser planificado cena a cena de forma similar aos roteiros de ficção. Por fim, esclarecemos que a numeração que aparece entre parênteses corresponde aos planos do filme.

1.1 Exemplo de Roteiro (reprodução de um trecho):

(1) Sobre fundo preto surgem, em letras brancas, sucessivamente, as seguintes frases:
ESTE NÃO É UM FILME DE FICÇÃO
ESTA NÃO É A SUA VIDA
DEUS NÃO EXISTE
(2) GLOBO: as frases desaparecem em fade e surge um globo girando, como no início de "Casablanca". Sobre e sob o globo, aparece o título do filme:
ILHA DAS FLORES
(3-5) MAPAS: fusão, ou corte, para mapas do Brasil, do Rio Grande do Sul, até se ler "Belém Novo" no mapa.
FUSÃO PARA
(6) PLANTAÇÃO DE TOMATES: Câmera na mão avança numa plantação de tomates em Belém Novo, em direção a um agricultor, japonês, parado no centro do quadro, olhando para a câmera.
LOCUTOR
Estamos em Belém Novo, município de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, no extremo sul do Brasil, mais precisamente na latidude trinta graus, dois minutos e quinze segundos Sul e longitude cinquenta e um graus, treze minutos e treze segundos Oeste. Caminhamos neste momento numa plantação de tomates e podemos ver à frente, em pé, um ser humano, no caso, um japonês.
(7-10) JAPONÊS: Dois japoneses, no estúdio, de frente e de perfil, como nas fotos de identificação policial. Detalhe dos olhos e do cabelo.
LOCUTOR
Os japoneses se distinguem dos demais seres humanos pelo formato dos olhos, por seus cabelos lisos e por seus nomes característicos. (11-13) TOSHIRO: table-Top documentos do Toshiro. Carteira de identidade, certidão de nascimento, impressão digital, exame de sangue.
LOCUTOR
O japonês em questão chama-se Toshiro. (14-15) OS SERES HUMANOS: table-Top "As medidas do homem", do Leonardo da Vinci. Estátua grega.
LOCUTOR
Os seres humanos são animais mamíferos, bípedes... (16) BALEIA: imagem em vídeo de uma baleia. (17) GALINHA: table-Top Desenho do Picasso.
LOCUTOR
... que se distinguem dos outros mamíferos, como a baleia, ou bípedes, como a galinha, principalmente por duas características: (18) AULA DE ANATOMIA: mão enluvada segurando um cérebro, coloca uma bandeirinha cravada no córtex.
LOCUTOR
... o telencéfalo altamente desenvolvido e o polegar opositor. (19-30) TELENCÉFALO: imagens de computador do cérebro. Edição de imagens de informações contidas no cérebro: equações, números de telefone, imagens de livros escolares, etc.
LOCUTOR
O telencéfalo altamente desenvolvido permite aos seres humanos armazenar informações, relacioná-las, processá-las e entendê-las. (31-40) MANIPULAÇÃO DE PRECISÃO: a primeira imagem deve ser relacionada com a última do telencéfalo, por exemplo, dedos virando uma página do livro escolar. Imagens do movimento de pinça, instrumentos cirúrgicos, pincel, baseado, indústria eletrônica, mão depenando galinha.
LOCUTOR
O polegar opositor permite aos seres humanos o  movimento de pinça dos dedos, o que, por sua vez, permite a manipulação de precisão.
BENEFÍCIOS DO PLANETA: (41) mão colhendo uma maçã na árvore, (42) gravura da expulsão de Adão e Eva do Paraíso, (43) gravura da torre de Babel, (44) Pirâmides, (45) Parthenon, (46) Loba romana com os gêmeos, (47) capela Sistina, (48) 14 Bis, (49) bomba de Hiroshima, (50) Coca-Cola com tampa rosca, (51) mão colhendo um tomate.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Campanha - Professor, Mostre o Livro que está Lendo


Lili - Biologia
Najara - Biologia
Lili - Bio

Ivan - Química
Paula - Física

Projeto DOCUMENTÁRIO - Olimpíadas de Língua Portuguesa

Assista aos Documentários e faça a análise de cada um deles segundo os Tipos de Documentários



SELEÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS


Santos - ofício alfaiate (Dannyel Leite, Brasil, 2014, 8min37seg)


O objetivo é mostrar aos alunos o quanto esse documentário difere das reportagens televisivas na forma de dar a conhecer o personagem. O minidocumentário se interessa pela vida particular do alfaiate e seu ofício, ou seja, aborda profissões em vias de extinção, assim como adentra terrenos inusitados, como a relação do personagem com a morte. Leve os alunos a notarem que a própria forma de captação das imagens em primeiro plano e plano detalhe (agulha, carretel de linha) traduz a delicadeza do mundo do personagem. Tudo isso contribui para dar ao filme um tom poético, além de participativo.


Até o céu leva mais ou menos 15 minutos (Camila Battistetti, Brasil, 2013, 13min)


Esse filme ganhou prêmios em festivais de documentário. Retrata algo bastante comum na relação entre mães e filhos pequenos: a paciência de que elas precisam para conviver com a variação de humor da criança. O que se passa na tela, ao que tudo indica, apesar de poder ter sido provocado (situação de encenação), é real.


Fraternidade (Jorge Furtado, Brasil, 2004, 3min)


Documentário de caráter reflexivo. Durante os três minutos de duração do filme, o ator Paulo José lê, diante das câmeras, uma carta endereçada a ele pelo cineasta gaúcho Jorge Furtado, convidando-o a participar de um filme sobre o tema “fraternidade”. Enquanto Paulo José fala sobre isso aparecem imagens das obras sendo construídas. O texto final da carta diz: “Num país como o nosso, tão rico e com tanta pobreza, fraternidade é principalmente dividir melhor a riqueza. O que tu achas? Vamos fazer?”. Um documentário de forte carga reflexiva, pois o curta aponta o tempo inteiro para sua própria possibilidade de realização. Um aspecto muito interessante do filme é o contraste de temporalidades entre o texto verbal e as imagens. Enquanto o texto joga o filme para um futuro imaginado, ainda não concretizado, as imagens mostram, no presente da exibição fílmica, um passado que já concretizou aquilo que havia sido imaginado como futuro. Trata-se de um material riquíssimo para as aulas de língua portuguesa, pois abre espaço não apenas para se falar de documentário reflexivo, mas também para abordar os jogos enunciativos com a temporalidade.



O Sanduíche (Jorge Furtado. Brasil, 2000, 13 min)


O filme mescla as fronteiras entre o real e o ficcional, fazendo o público duvidar do que vê. Por exemplo, destaque o modo como a obra inicia com a simulação de ser uma narrativa ficcional. Um aspecto importante a ser observado é a forma como as frases “Seria ótimo. Seria”, enunciadas em forma de diálogo, aparecem em vários momentos do curta. Isso cria um jogo muito interessante de linguagem. E é justamente esse tipo de funcionamento que cria a dúvida no espectador, especialmente quando esse par dialógico aparece no final do curta, durante as entrevistas com a plateia. Enfim, o curta trabalha com várias camadas que vão sendo desveladas à medida que mostra que aquilo que foi visto imediatamente antes era encenação.


Olhos de ressaca (Petra Costa, Brasil, 2009, 20min)

Embora o discurso verbal seja importante, são as imagens os elementos narrativos encarregados de transmitir a beleza, a delicadeza, a ternura do relacionamento amoroso registrado nesse filme, com narração voz em off. Há muitas imagens desfocadas, que acentuam a plasticidade do curta. É comum as personagens principais fazerem performance para a câmera, como nas cenas de beijo, ou quando simulam estarem na cama, dormindo etc. O tratamento sonoro e a trilha musical também têm papel importante na construção do tom poético do filme. O som de ondas do mar quebrando na praia, o grasnido das gaivotas, o piano ao fundo etc. são elementos que compõem a cena poética desse documentário de grande sensibilidade e potência estética.


Seis e um: poesia documentada (Giovanni Rolim Antonelli, Brasil, 2017, 3min15seg)


Neste curta veem-se diversas cenas de paisagem sequenciadas, em algumas das quais aparece o elemento humano. Paisagens e personagens são apresentadas com o mesmo destaque. Prevalece o tratamento poético das imagens, percebido em especial pelo cuidado com a fotografia. A música tocada no piano é suave. No encerramento, lê-se: “Na efemeridade da vida, o sentimento prevalece”. Traço importante do documentário poético é a fragmentação, com o intuito de explorar associações vagas e subjetivas.




Favela da Central (Michael Miranda, Brasil, 2015, 3min28seg)

Sobre o Movimento de Defesa do Favelado (MDF), formado por setecentas famílias que, em 2014, ocupavam um terreno particular no bairro Vila Prudente, em São Paulo. Imagens mostram as casas e o terreno da invasão, a mantagem intercala os depoimentos dos entrevistados sobre as dificuldades e estratégias de ocupação do terreno. Falam da solidariedade existente na ocupação e da militância política em favor de todos, e não apenas de si próprios. Justificam as ocupações diante das dificuldades de se pagar aluguel e ter uma vida digna. Mostram-se esperançosos com relação ao futuro e à possibilidade de ganharem a posse do terreno que ocupam. Há a imagem estática de fotografia de arquivo dos ocupantes carregando faixas onde se lê: “De teto e de chão não se abre mão. Enquanto morar é privilégio, ocupar é direito”. Ao final entra a trilha sonora com a música Resposta ao funk ostentação.




ANÁLISE - TIPOS DE DOCUMENTÁRIO


O documentário expositivo

O documentarista filma com objetividade, trabalhando conteúdos educativos. Há a exposição de temas, assuntos ou situações, apresentando situações de aprendizagem. Pode fazer uso da “voz em off” (narrando e explicando a cena, e quem filma não aparece), uso de letreiros que expõem o argumento defendido pelo documentário. Esses recursos são muito utilizados em documentários de cunho científico e didático, com função social e pedagógica.

O documentário poético

Nos documentários poéticos as situações aparecem de modo bem expressivo, sensível, emocional ou subjetivo, prevalecendo a imagem e a linguagem não verbal. São documentários que buscam enfatizar ao máximo a dimensão plástica, visual, artística de pessoas e locais em detalhes, de maneira que as imagens consigam provocar mais sensações, afetos e impressões do que necessariamente transmitir um argumento ou construir uma narrativa clara sobre o mundo e a sociedade.

O documentário reflexivo

O documentário reflexivo está mais preocupado com o processo de expressão pessoal sobre o mundo interior e/ou exterior. Os filmes dessa categoria mostram a reflexão da(s) pessoa(s) sobre si mesmas e sobre o mundo, a vida, a morte etc. Assim, é comum quem filma, a equipe de filmagem e os equipamentos aparecerem em cena, ou seja, falarem de si mesmos, de seu processo de realização. Com esse movimento autorreflexivo, o documentário reflete o “real” de cada um, e pode girar sobre os próprios realizadores.

O documentário participativo

O documentário participativo busca mostrar a verdade através de entrevistas pessoais, é a verdade do encontro entre quem filma e quem é filmado.
Pode-se realizar, por exemplo, uma entrevista com algum morador do bairro onde se reside, perguntando: “Há quanto tempo você mora aqui?”; “O que mudou no bairro durante o tempo em que está aqui?”; “Como você avalia essas mudanças?”; “Como é viver neste lugar da cidade?”  etc.

O documentário observacional

Os documentários observacionais buscam dar a ideia de duração real dos acontecimentos.
O modo observacional propõe uma série de considerações éticas sobre o ato de olhar/observar os outros e as situações, pois deve-se considerar certos limites e o bom senso para não invadir a privacidade ou incomodar as pessoas. É preciso se perguntar se diante da presença da câmera as pessoas filmadas conseguem agir naturalmente ou estão sempre simulando um comportamento. Nesse tipo de documentário quem filma não aparece no filme, porém pode surgir alguma necessidade de intervenção se for, por exemplo, para evitar um acidente, ao invés de filmar o acidente que pode acontecer enquanto se filma.

O documentário performativo

Nesses filmes, é comum o discurso em 1ª pessoa, ou a narração em “voz off”, a utilização de performances, ironia e humor, que podem misturar cenas da cidade, encenações das pessoas envolvidas e trilha sonora. São documentários em que o realizador intervém em espaços públicos e se coloca nesses ambientes de maneira performativa e práticas ativismo político, abordagem artística e/ou pedagógica.


quarta-feira, 5 de junho de 2019

Projeto Sala de Leitura - Plataforma de Leitura e Escrita Wattpad

Projeto da Diretoria de Ensino - Campinas Leste para o mês de Junho
Campanha de divulgação do Wattpad no Mural da Escola -
Dom Nery NEWS


Parceria da Sala de Leitura (Professora Luciana) com a Professora Alessandra - Artes:
Confecção de marcadores de página com o Logo do Wattpad

Marcadores de página - Wattpad -
Feito pelos alunos das 1ª séries





ALUNOS DAS 1ª SÉRIES (A, B, C)
Produzindo FLYERS na Sala de Informática
Para divulgar a Plataforma WATTPAD